ERASTO GURGEL BANHOS viveu intensa e alegremente de 1919 a 1991. Meus agradecimentos especiais à D. Odete (viúva) e aos filh@s Celia, Nice, Vavá e Eliton Banhos que, amorosamente, cederam material e depoimentos valiosos para o blog.
O blog é em homenagem à vida e à obra deste grande ser humano que há 20 anos foi brincar em outras paragens, à beira d'água. Viva o Palhaço Alecrim, Viva Erasto Banhos, sempre!!!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Alecrim & Carequinha


Achei esta bela homenagem ao nosso Palhaço Alecrim no Blog Tapirus (http://eudyrj.wordpress.com/tag/palhaco-alecrim/)
feita por Eudyr.  No texto, há uma dúvida levantada pelo autor. Aproveito para saná-la: Alecrim era o personagem de Erasto Banhos, que não era pai de Ivo Amaral.
Valeu Eudyr pela homenagem ao nosso amado palhaço Alecrim!!!
Boa leitura meu povo!!!
 
abraços fraternos,
 
Jonas Banhos


Quem teve a felicidade de ser menino em Belém no primeiro lustro dos anos 70, deve lembrar de dois palhaços que animavam as tardes da criançada com um programa de auditório Clube do Garoto– todo ele de crianças – exibido na TV Marajoara, que também retransmitia os programas da TV Tupi.

Alecrim era o protagonista da dupla e do programa, enquanto à Carequinha cabia desempenhar o papel de “escada” a ele. Recordo bem das suas enquetes com a meninada que era chamada a participar de alguma atividade: “É do Remo ou do Paysandú?”…”É do Clube do Remo!!!” ou “É do Paysandú!!!” e em seguida dizia, com voz anasalada e em falsete: “Ó secretária, traz aqui UM QUILO (!) de bombom aqui pro menino…”. Devo dizer que, passados todos esses anos, desconfio seriamente da pesagem dos tais sacos de bombons…rss.

Nessa época (72/74) eu morava na Vila Sussú, que com as vilas Oliveira e Gualo, paralelas, formavam um trio harmonioso bem defronte da Faculdade de Enfermagem e do “Grupo” escolar Paulo Maranhão, onde eu estudava; sem esquecer do Cemitério de Santa Isabel onde cometi alguns pecadilhos, indulgenciados pela primeira comunhão.

Por uma feliz coincidência tive vários encontros com o saudoso Alecrim na vila em que eu morava, por ele ser pai do Ivo Amaral, (se a memória não me trai), que morava a duas casas da minha, e que era, e ainda é, respeitado cronista esportivo. Nos aniversários de seu neto, Alecrim e Carequinha abrilhantavam as festas na vila, sempre muito concorridas pelos residentes na área.

 

Esta postagem fica como justo tributo à essa dupla que povoou o imaginário de tantos hoje homens e mulheres feitos, e já avós.

Fotos: http://palhacoalecrim.blogspot.com.br/2011_01_01_archive.html

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